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Arquivo da categoria: animais e cia

>O amor é lindo!

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Eles ão como deveríamos ser. Será que a racionalidade atrapalha?????

‘Ame a todo momento, todos os dias,

de todas as formas e maneiras,

de qualquer jeito, em todo lugar,

sem culpas, sem pudores,

sem preconceitos, sem tabus, sem vergonha….

MAS AME!!!’


A VIDA É O DEVER QUE NÓS TROUXEMOS PARA FAZER EM CASA.


“Quando se vê, já são seis horas!

Quando se vê, já é sexta-feira…

Quando se vê, já terminou o ano…

Quando se vê, perdemos o amor da nossa vida.

Quando se vê, já passaram-se 50 anos!

Agora é tarde demais para ser reprovado.

Se me fosse dado, um dia, outra oportunidade, eu nem olharia o relógio.

Seguiria sempre em frente e iria jogando, pelo caminho, a casca dourada e inútil das horas.

Desta forma, eu digo:

Não deixe de fazer algo que gosta devido à falta de tempo,

a única falta que terá, será desse tempo que infelizmente não voltará mais.”

Mário Quintana

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Publicado por em 01/08/2010 em animais e cia, fotos, mensagens

 

>Exageros da idade…

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Eis que de repente aparece um feriadão na vida da gente. Nada de novo aí! Normal. Se as pessoas não fossem anormais. Quando a gente vai adquirindo uma certa idade, e não precisa ser muita, vamos mudando um pouco de personalidade. O caráter continua o mesmo pois vem com a gente, frutos da nossa criação, acredito eu. Nunca fui muito sentimental, ou melhor, não era. Hoje em dia tenho, às vezes, excesso de preocupação. Coisas que pessoas cansaram de me dizer que não merecem tanta atenção mas não consigo me controlar. Quero que todos estejam bem e felizes e, tirando a “rabujentice” que me é natural, faço o que posso pra isso. Muitas vezes exagero, como essa que está nas fotos.
No 7 de setembro resolvemos passar o feriado na praia. Problema!!! E o “indefeso” do meu cachorro? Ficaria sozinho? Quem cuidaria dele? Daria o que comer e beber àquela pobre criaturinha???? Ninguém disponível? Solução!!! Levar o bicho junto. Idéia do meu marido e eu, óbvio, adorei.
Duas horas de viagem. O marido dirigindo. Eu e Átila (pretinho básico de + ou – 50kg) no banco de trás. Até que não foi mal pra marinheiro de primeira viagem, tirando os litros de baba com que ele me presenteou.
O importante é que eu e ele adororamos a experiência. Pro meu marido eu nem perguntei se tinha gostado, acho que pra não escutar a resposta. Átila, depois de um tempinho se adaptando, brincou com a vizinhança toda, fez várias amizades na praia (alguns fugiram!!!), cansou, correu, andou solto, foi perto do mar e sentiu o cheirinho da brisa. Pena que tinha muita gente na praia e não conseguimos mostrar a água pra ele ( no fundo ele deve estar agradecido por isso, mesmo sem saber).
Companheiro de primeira grandeza. Adorei tê-lo lá comigo.
Aqui estão algumas fotos da aventura:

No quintal da casa…

Tentando tirar um cochilo mas o flash não deixa…

Descansando depois do almoço no pátio…

Dando uma voltinha na praia com o papys…

… com a mamys…

Tomando água. Afinal ninguém é de ferro!!!

Olhando a mulherada de biquini…

No quintal, em outros tons…

 
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Publicado por em 27/09/2009 em animais e cia, cães, praia

 

>Filhote de Porco -Espinho

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Recebi essas fotos por e-mail de minha amiga Regina Célia. Achei maravilhosas. E elas me remeteram a minha infância. Existem coisas que realmente nunca vimos. Essa é uma delas. Eu nunca vi um porco-espinho ao vivo. Lembro que na minha infância, quando passávamos férias na fazenda em que meu tio Raul era capataz, os cachorros apareciam com os focinhos cheios de espinhos. Os peões comentavam que eles tinham ido se meter com porcos-espinhos. Eu, muito pequena naquela época, rezava pra que um bicho desses nunca cruzasse meu caminho. Temia ficar como os cães, com aqueles espinhos longos e dolorosos cravados por todo o corpo. E eram muitos. E como os cães sofriam na hora de tirá-los. Ao lado da casa principal da fazenda tinha um galpão onde os trabalhadores viviam quando estavam por lá. Tinha fogo de chão todas as noites, churrasco e muitas histórias de gaúcho. Não existia luz elétrica e ficávamos ali reunidos para fazer a digestão e depois dormir porque o dia começava muito cedo. O galpão não tinha porta, só um portão vazado de madeira grossa por onde não passava uma cabeça de cachorro pequeno. Lembro como se fosse hoje. Pobres coitados. Quando eles eram atacados por porcos-espinhos, o pessoal os colocava pra dentro do galpão, fechava o portão, segurava a cabeça deles, cuidando para não machucar e para que eles não pudessem morder e puxava os espinhos um a um com um alicate pelo lado de fora. Doía muito e estavam sempre muito profundos. Eles choravam e gritavam mas depois de todos arrancados, de ser colocado algum remédio, eles saíam de lá aliviados, balançavam o rabo e vinham contentes como que agradecidos às pessoas que os tinham salvado de toda aquela dor. Olhando as fotos agora, parecem inofensivos. Com certeza os cães deviam representar alguma ameaça a eles. E, com certeza também, usam os espinhos como defesa. Pensávamos que com tanto sofrimento os cães iriam aprender. Qual o quê! Sempre aparecia algum desavisado ou teimoso que insistia em perseguir um porquinho cheio de espinhos. São lindos não? Cada vez eu me convenço mais que a natureza é um espetáculo diário. É só apreciar com sabedoria.

 
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Publicado por em 06/08/2009 em animais e cia

 
 
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