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Arquivo da categoria: átila

Tudo misturado-Páscoa 2012

Nada como dar uma chegadinha na praia para recarregar as energias! Com um feriado então, melhor ainda. O tempo estava bom e o coelhinho foi bem generoso. Algumas fotos que tiramos na Páscoa: cachorro, flores, pássaros e mais algumas coisinhas…
Para começar o Átila tentando se esconder das moscas e mosquitos bem “camuflado” num pé de bromélia:

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Publicado por em 12/04/2012 em átila, itapoá, páscoa, praia

 

Os 10 mandamentos caninos

Recebi  por e-mail, achei maravilhoso e resolvi postar aqui. Como não podia deixar de ser, troquei a foto original pelo meu próprio cachorro.
O que você achou? Não  é a mais pura verdade? Acho que se eles pudessem falar diriam tudo isso pra gente…São seres maravilhosos, leais, amorosos e lindos. A vida, com certeza, não seria tão bela sem eles.

                                                                              Átila
 
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Publicado por em 15/03/2012 em átila, mensagens, meus cães

 

>Voltando a contar histórias

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…continuação
Para chegarmos à praia, utilizamos a BR 116 que aqui no Paraná chama-se BR 376, não me perguntem o porquê. Essa mesma BR também vai para Balneário Camboriú, Florianópolis e todas as outras praias do litoral de Santa Catarina. Imaginem agora o trânsito num um feriado prolongado! Todo o estado vai usar esse caminho para ir ao litoral. Isso sem falar nos paulistas que também andam por aqui. Horas a fio de viagem. Um percurso que duraria, normalmente, 1 hora e 15 minutos, nessas ocasiões demora mais ou menos de 5 a 7 horas. Usem agora a sua mais criativa imaginação e pensem num animal de 60 kg num banco traseiro de carro durante todo esse tempo. Nem pensar! Para evitarmos esse transtorno todo, o remédio foi sair de casa antes de voltar depois. Decidimos viajar na quinta-feira. Tudo resolvido: viagem rápida para não estressar o bicho. Não ia dar nem tempo de ele perceber que estava demorando. Ledo engano: acidente na estrada. Aquela 1 hora e 15 tranformou-se em 5 horas com uma chuvinha básica para não podermos abrir as janelas. A “criatura” até que se comportou bem. Paramos duas vezes para ele esticar as pernas e fazer necessidades. Até dormiu quando percebeu que o negócio ia se estender. “Doce criatura”. Brincadeira? Não, é sério mesmo. Ele é realmente uma doce criatura.
Apesar do incômodo , que é visível, o que importa pra ele é estar junto conosco. Suporta até o excesso de calor e insetos voadores que são em grande número por lá. O pátio é aberto e temos que ficar o tempo todo de olho nele pois fica tentando dar umas escapadelas para fora . O tempo não estava muito bom o que, de fato, foi melhor pois o calor não era tão grande. Os pássaros coloridos não apareceram. Acho que nesta época do ano vão para outro lugar. Átila aguentou firme mas tenho a sensação de que quando chegamos em casa de volta, ele me olhou com aqueles olhos lindos e pensou: “agora tô no meu lugar”.

Tirando um cochilo na sala:

Tá me chamando????

Foi preciso muita quirera para aparecer alguns:
Um beija-flor de vez em quando:

Escondidinho embaixo da mesa para os mosquitos não verem:

Banho de lua:

Algumas poucas orquídeas estavam floridas:
 

>Voltando a contar histórias

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Vamos começar do princípio como manda o figurino. Na última passagem de ano, recebemos a visita de pessoas inescrupulosas que “levaram” vários eletrônicos da casa e dos amigos. A máquina fotográfica foi um dos itens escolhidos. Resultado: muito tempo sem fotos e consequentemente muito tempo sem histórias. Agora, habilitados com máquina nova e melhor (ainda bem!!!) posso voltar a fotografar e postar as fotos no blog.
Passagem escolhida: carnaval!!!
Há muito tempo que não tenho entusiasmo para as folias de momo. Olhar, tudo bem; participar, só de longe. Não tenho mais paciência para aquela muvuca típica da festa. O que me dá prazer, na verdade é curtir uma praia. Adoro água! Nestas ocasiões -feriados prolongados- bate uma vontade de aproveitar o litoral. Só que aí aparece o problema: como sair de casa e deixar o “filhotinho” da mamãe sozinho tantos dias. Não pensem vocês que estou falando do meu filho. Esse já sabe se virar sozinho. Estou me referindo ao meu cão de estimação chamado Átila. Nem pensem também que se trata de um cachorro pequeno, desses de madame, que aliás, gosto muito também. Meu cão é um indefeso, companheiríssimo e pequeno rottwieller que deve pesar mais ou menos sessenta quilos. A criatura é acostumada com nossa companhia além de comer na hora certa e brincar na hora certa. Como deixar uma coisinha dessas sem a gente por tantos dias? Coisa que seria normal para todo mundo em se tratando de um cão de guarda. Para mim não! Gosto de ter o animal por perto. Solução: levar o bicho junto para a praia. Aí começa minha história…
continua…
 
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Publicado por em 22/03/2011 em átila, carnaval, cães, histórias, itapoá, praia

 

>Tem cara mais linda que essa?

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Quanto mais eu olho mais lindo eu acho! Tudo o que se fala de ruim sobre esse bicho não se aplica ao Átila. Ele é brincalhão, amigável, simpático, insistente e “sem noção”. Aliás, acho que todos os que tive (Boby, Shara, Junior e Átila) foram e são sem noção de que são cachorros e não pessoas da família. Eles se acham “gente” e querem estar participando de tudo. O Átila então, nem se fala. Ele estabeleceu horários em sua vida, segue diariamente sua própria rotina. Espera até um determinado horário para a porta da cozinha ser aberta pra ele. Caso isso não aconteça o remédio é chorar na janela do quarto pra ver se alguém atende. Aí vem o cochilo da manhã, na porta entre a cozinha e a sala, até a hora do almoço. Enquanto estamos comendo, ele continua dormindo, mas ao menor sinal de movimento, ele sabe que está na hora do seu almoço. Senta na cozinha e fica esperando pacientemente até que sirvamos seu prato- e não pensem que ração só serve, essa é a hora do agradinho- tem que ter um molho, de preferência. Depois disso, é dormir a tarde toda. Barriga cheia! E vai assim até a tadinha, hora da janta. Senta do meu lado pra ganhar um pãozinho. Afinal, ninguém é de ferro né? Aí, vem a hora que ele mais gosta no dia, hora da brincadeira! Fica chamando a todos pra correr atrás dele em volta da mesa. Pode? Quem atende na maioria das vezes é meu marido. Só quer parar quando não aguenta mais de cansado. Se a gente está cansado não tem a menor importância pra ele. O fato é que ele quer brincar! Viram só que fúria de cachorro eu tenho em casa? Mas se chega algum estranho no portão, sei não!
 
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Publicado por em 29/09/2010 em átila, cachorros, cães, meus cães, os de casa

 

>Átila e as pantufas

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Tenho certeza de que todo mundo já ouviu falar em “compulsão”. Não vou nem escrever no google porque hoje em dia se fala muito nisso. É compulsão por comida, por bebida, por doce…E por aí vai. Aliás, todo o distúrbio que se tem hoje é, de uma maneira ou de outra, compulsivo. Aposto que tem um tipo de compulsão de que ninguém teve notícia até hoje. Compulsão nova na área!!! E em se tratando de compulsão, Átila é especialista. Quando era filhote, compulsão por folhagens e quem quase ficou compulsivo por trucidar cachorrinhos foi meu marido. Quando adolescente, compulsão por qualquer coisa que dava para mastigar, principalmente madeira e panos em geral. Agora, na “avançada” idade adulta – ele já completou 2 anos, descobri outra compulsão a que ele é propenso: compulsão por pantufas! E não são pantufas normais, não. Tem que ser de bichinhos, quanto mais colorida, melhor! Não é uma compulsão qualquer. É específica. A pantufa preferida é uma que tenho de pintinho amarelinho. Não pode me ver com ela nos pés. Quer brincar, morder e sai correndo atrás de mim o tempo todo quando estou com elas . É muito engraçado. Ele conhece a pantufa de longe, é um caso de amor à primeira vista. Dizem que cachorro não enxerga colorido. O meu com certeza vê todas as cores pois vê a pantufa de pintinho amarelinho de longe!!!Assim como as pessoas são únicas, os cães também são. Ele é unicamente lindo, unicamente brincalhão e unicamente apaixonado por pantufas de bichinhos. Só tem tamanho, o animal, mas no fundo é uma criança grande.Esse é o Átila…
 
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Publicado por em 20/06/2010 em átila, compulsão, pantufas, texto

 

>Átila

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Publicado por em 03/05/2010 em átila, cães, meus cães

 
 
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