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>Voltando a contar histórias

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…continuação
Para chegarmos à praia, utilizamos a BR 116 que aqui no Paraná chama-se BR 376, não me perguntem o porquê. Essa mesma BR também vai para Balneário Camboriú, Florianópolis e todas as outras praias do litoral de Santa Catarina. Imaginem agora o trânsito num um feriado prolongado! Todo o estado vai usar esse caminho para ir ao litoral. Isso sem falar nos paulistas que também andam por aqui. Horas a fio de viagem. Um percurso que duraria, normalmente, 1 hora e 15 minutos, nessas ocasiões demora mais ou menos de 5 a 7 horas. Usem agora a sua mais criativa imaginação e pensem num animal de 60 kg num banco traseiro de carro durante todo esse tempo. Nem pensar! Para evitarmos esse transtorno todo, o remédio foi sair de casa antes de voltar depois. Decidimos viajar na quinta-feira. Tudo resolvido: viagem rápida para não estressar o bicho. Não ia dar nem tempo de ele perceber que estava demorando. Ledo engano: acidente na estrada. Aquela 1 hora e 15 tranformou-se em 5 horas com uma chuvinha básica para não podermos abrir as janelas. A “criatura” até que se comportou bem. Paramos duas vezes para ele esticar as pernas e fazer necessidades. Até dormiu quando percebeu que o negócio ia se estender. “Doce criatura”. Brincadeira? Não, é sério mesmo. Ele é realmente uma doce criatura.
Apesar do incômodo , que é visível, o que importa pra ele é estar junto conosco. Suporta até o excesso de calor e insetos voadores que são em grande número por lá. O pátio é aberto e temos que ficar o tempo todo de olho nele pois fica tentando dar umas escapadelas para fora . O tempo não estava muito bom o que, de fato, foi melhor pois o calor não era tão grande. Os pássaros coloridos não apareceram. Acho que nesta época do ano vão para outro lugar. Átila aguentou firme mas tenho a sensação de que quando chegamos em casa de volta, ele me olhou com aqueles olhos lindos e pensou: “agora tô no meu lugar”.

Tirando um cochilo na sala:

Tá me chamando????

Foi preciso muita quirera para aparecer alguns:
Um beija-flor de vez em quando:

Escondidinho embaixo da mesa para os mosquitos não verem:

Banho de lua:

Algumas poucas orquídeas estavam floridas:
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>Voltando a contar histórias

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Vamos começar do princípio como manda o figurino. Na última passagem de ano, recebemos a visita de pessoas inescrupulosas que “levaram” vários eletrônicos da casa e dos amigos. A máquina fotográfica foi um dos itens escolhidos. Resultado: muito tempo sem fotos e consequentemente muito tempo sem histórias. Agora, habilitados com máquina nova e melhor (ainda bem!!!) posso voltar a fotografar e postar as fotos no blog.
Passagem escolhida: carnaval!!!
Há muito tempo que não tenho entusiasmo para as folias de momo. Olhar, tudo bem; participar, só de longe. Não tenho mais paciência para aquela muvuca típica da festa. O que me dá prazer, na verdade é curtir uma praia. Adoro água! Nestas ocasiões -feriados prolongados- bate uma vontade de aproveitar o litoral. Só que aí aparece o problema: como sair de casa e deixar o “filhotinho” da mamãe sozinho tantos dias. Não pensem vocês que estou falando do meu filho. Esse já sabe se virar sozinho. Estou me referindo ao meu cão de estimação chamado Átila. Nem pensem também que se trata de um cachorro pequeno, desses de madame, que aliás, gosto muito também. Meu cão é um indefeso, companheiríssimo e pequeno rottwieller que deve pesar mais ou menos sessenta quilos. A criatura é acostumada com nossa companhia além de comer na hora certa e brincar na hora certa. Como deixar uma coisinha dessas sem a gente por tantos dias? Coisa que seria normal para todo mundo em se tratando de um cão de guarda. Para mim não! Gosto de ter o animal por perto. Solução: levar o bicho junto para a praia. Aí começa minha história…
continua…
 
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Publicado por em 22/03/2011 em átila, carnaval, cães, histórias, itapoá, praia

 

>História dos meus cães (parte 4)

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Como eu tinha dito no final da parte 3, jurei que cachorro nunca mais. E o “pior” é que eu estava firme da decisão… Fui no veterinário dos meus cachorros dar uma espiadinha e só! Voltei pra casa falando pro meu marido da beleza dos bichinhos, tão “neguinhos”, tão fofinhos, tão cute-cute. kkkk Tu já viste um filhote fe rotweiler? Aquela coisinha preta com manchas amarelas, focinho curto, carinha de urso e gostosinho de “pertá”? Se não viu ainda, procura e vê porque tu estás perdendo muito!!! Como ia dizendo, falei várias vezes neles pro meu marido. Neles porque eram dois que ainda restavam junto com a mãe. Eu sou louca por cachorros, isso é fato. Talvez porque nunca me foi permitido ter nenhum durante minha infância e adolescência. Filhote então, nem se fala. Um filhote de cachorro, seja de que cor for, de que raça for, sem raça mesmo, é tudo de bom! Eles, definitivamente, foram feitos pra encher a vida da gente de coisa boa. Isso tudo eu digo pro meu marido. Várias vezes. Muitas vezes. Mas eu estava decidida. Só fui apreciar os bichinhos. De verdade. Voltei pra casa e continuei com meu Junior. Meu Junior era tudo de melhor. E a vida continuou, tudo na santa paz. Certa manhã, acho que era um sábado, meu marido saiu pra cortar o cabelo e voltou pra casa perto da hora do almoço. Tudo normal. Comemos e logo após a refeição meu marido se retirou para a parte da frente da casa. Foi dar uma voltinha no quintal. Junior com ele. Junior não perdia a chance de sair um pouquinho na calçada. Lavando a louça, escutei alguns barulhos estranhos e dei uma espiadinha pela porta dos fundos de onde se vê o portão. Vi João, nosso vet, e pensei logo que tinha acontecido alguma coisa com Junior que eu não soubesse. Sequei as mãos e fui ver o que era. Quando fui chegando perto já comecei e ver a “coisinha” preta no colo do meu marido. Fui me aproximando e feliz, não queria acreditar! Que surpresa! Meu marido tinha passado na clínica e escolhido um deles pra mim. Pretinho, gostoso, cheiroso, de banho tomado, dava pra pegar no colo pois ainda era pequeno. Ele ainda não tinha 2 meses. Imaginem vocês se eu não ia pegar e afofar aquela bolinha de pêlos pretos. E assim foi a chegada do Átila. Foi que que escolhi o nome pra ele. Acertei na mosca. Átila, rei dos hunos, bárbaro e forte. Tudo a ver com a minha criatura.Meu companheiro de todas as horas. Tá sempre grudado comigo, literalmente! Se eu estou por perto, ele vai dando voltas até se encostar nas minhas pernas. Não sei se já falei isso, mas ele é o mais “grudado” com a gente, talvez pelo fato de ser sozinho. Quando pequeno fez muita estrepulia pela casa. Muita mesmo!!!Quem já teve filhote de cachorro grande sabe do que estou falando… Hoje, depois de muito trabalho, já está mais acomodado. Claro que, às vezes, ele tem umas recaídas e faz uns buracos, come umas árvores, mexe nos canteiros, come tapetes. Mas só de vez em quando.Brincalhão que ele só. Quando vê alguém já vai convidando pra brincadeira de correr atrás dele em volta da mesa da sala de jantar. Adora uma visita mas detesta cachorro. É a coisa mais linda do mundo! Seus olhos conversam comigo…
 
 
 
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