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Arquivo da categoria: são josé dos pinhais

>Vitória Quintal na Loja Cinderela em São José dos Pinhais

>Vitória:

Geral do curso:

Vitória e Vilma (proprietária da loja):

Vitória e Marli (professora da loja):

Vitória, Vilma e Irene (funcionária da loja):

Pra nós do tricô daqui o acontecimento do ano!!!

Patrocinada pelas Coats Corrente recebemos uma visita que é muito aguardada o ano inteiro.
Vitória Quintal: pessoa maravilhosa, de coração generoso e palavras acalentadoras. Para quem ainda não conhece, vale muito esforço para conferir. Além de dicas e receitinhas de tricô e crochê ela faz um trabalho de auto-estima e reconhecimento próprio que fazem bem a qualquer mortal. Quero deixar aqui meu agradecimento particular por palavras tão especiais e por poder conviver com esta pessoa única pelo menos uma vez no ano. É sempre muito bom vê-la por aqui e espero que saibamos retribuir o carinho que ela nos dedica.
A Vitória vem uma vez no ano mas a loja oferece curso de vários tipos de artesanato todas as quartas e sextas-feiras das 14 às 17h com a professora Marli. Venha dar uma espiada, você vai adorar!
 

>Descasos…

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Vim hoje postar minha indignação com órgãos públicos e privados do local onde moro. Pelo meu perfil, todos sabem que resido em São José dos Pinhais, Paraná, região metropolitana de Curitiba. Para quem já andou por aqui é sabido que não temos muitos recursos de atendimento em determinadas áreas como, por exemplo, atendimento policial. Temos então que apelar para Curitiba. Estamos acostumados por aqui, a ver na televisão e em todos os tipos de mídia que moramos no paraíso. Posso até concordar que, se comparados ao resto do país, talvez tenhamos um nível de qualidade de vida melhor que os outros locais mas, só posso concordar em uma mínima parte com isso. Vou explicar o porquê: meu filho trabalha nas dependências da Renault que fica em São José dos Pinhais, mora nesta cidade e estuda na Faculdade Positivo em Curitiba. Para fazer todo este percurso ele utiliza o Contorno Leste que dá acesso mais rápido a esses locais. Sexta-feira passada, dia 20 de maio, em torno das 22h e 30 minutos eu e meu marido recebemos um telefonema dele contando o acontecido: ele estava vindo para casa pelo contorno leste e foi vítima de um atentado à “pedra armada”. Uma pessoa, do nada, jogou um pedaço de concreto em seu carro bem na altura da janela do motorista. Resultado: uma janela estilhaçada, uma vigia quebrada, uma porta afunadada com trinco estraçalhado e um retrovisor que não existe mais. Por muita sorte, ele se abaixou na hora do golpe e o pedaço de concreto passou por cima de sua cabeça. Meu marido, diz pra ele vir embora e não se preocupar que íamos ligar para a polícia de casa. Agora, pasmem , vem a pior parte desta história triste e o motivo pelo qual falei no início que aqui não vivemos nenhuma utopia, ao ligarmos para a polícia fomos muito mal atendidos, com um descaso e uma falta de vontade impressionantes. Fomos informados de que já havia uma viatura no local atendendo um acidente no outro lado da pista e que pelo visto, meu filho, que também era uma vítima não merecia atendimento nenhum. Como obtivemos uma resposta insatisfatória das autoridades, que não perguntaram nem nome, nem extensão de danos, nem o tipo do carro para tentar prestar auxílio, partimos para a mídia. Tentamos, em vão, informar à redação da Gazeta do Povo o que estava acontecendo. Nem atenderam o telefone e devido a nossa insistência, a telefonista desligou o telefone na nossa cara. É possível? Sim, muito possível em um estado que vive de aparências e tenta passar para o resto do país que aqui vivemos em estado de graça. Grande engano, vivemos em estado de alerta, tentando conviver com assaltos, roubos, assassinatos, seqüestros e outras coisas mais. Os órgãos policiais dão um atendimento precário, pelo menos pra mim e minha família. Sempre que precisamos eles não estão lá, nos deixando à mercê de marginais inconseqüentes que colocam a vida dos outros em jogo como se fossem marionetes. Vou excluir desta falta de competência a Guarda Municipal de São José dos Pinhais, único tipo de segurança pública que demonstra interesse em solucionar algum problema.
Tenho vergonha de ter que expor estes problemas aqui mas foi o que me restou diante de serviços públicos e privados que estão aqui somente para atender a “alguns” e se o assunto der ibope no jornal. Sinto tristeza em dizer que este, na minha opinião, não é um país sério.
 
 
 
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