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Arquivo da categoria: tié-sangue

>Pássaros e mais pássaros…

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Para contentar meu marido vou postar algumas fotos escolhidas por ele. Segundo ele próprio, existem pessoas interessadas só nos pássaros e não nas molduras. Aliás, sou obrigada a concordar.
Então aqui estão algumas fotos dos pássaros que aparecem lá na praia no inverno, sem molduras nem enfeites.

























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>Ilustres visitantes!!!

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Pássaros e mais pássaros. Entra ano e sai ano e não nos cansamos de ver essa maravilha da natureza. Das mais variadas cores e tamanhos. Tem pra tudo que é gosto! Grandes, pequenos, médios, verdes, amarelos, pretos, azuis, uma infinidade. Já se acostumaram tanto com a presença de humanos que nem se afastam mais ao perceberem nossa presença. Recebi de um pescador a informação que são pássaros de inverno e que daqui uns dias não aparecem mais. Devem ir para outras paragens atrás de melhor acolhida. Quem sabe o clima de verão aqui não seja lá tão agradável pra eles. Só nos resta aproveitar sua presença durante o inverno, apreciar sua beleza, ouvir seu canto e conviver com eles enquanto podemos.

Por incrível que pareça, isso voa. Chama-se ARACUÃ

Verde:

Vermelho e preto: Tié-sangue

Marrom:

Azul com preto: Saí-verde

Outro tipo de azul com preto: Saíra azul

Cores fortes: Saíra-militar

Mini bem-te-vi:

Saíra:

Amarelo e preto: Gaturamo

Não são maravilhosos? Melhor que isso, só duas vezes.
Já que tu não estavas lá comigo, aproveita e curta as fotos, que, por sinal, foram tiradas pelo meu marido, porque eu de fotógrafa sou muito “sem noção”. Se clicares na imagem, ela fica bem maior.

 

>Na minha casa tem pássaros de todas as cores

>Canção do exílio

Minha terra tem palmeiras,
Onde canta o Sabiá;
As aves, que aqui gorjeiam,
Não gorjeiam como lá.

Nosso céu tem mais estrelas,
Nossas várzeas têm mais flores,
Nossos bosques têm mais vida,
Nossa vida mais amores.

Em cismar, sozinho, à noite,
Mais prazer eu encontro lá;
Minha terra tem palmeiras,
Onde canta o Sabiá.

Minha terra tem primores,
Que tais não encontro eu cá;
Em cismar –sozinho, à noite–
Mais prazer eu encontro lá;
Minha terra tem palmeiras,
Onde canta o Sabiá.

Não permita Deus que eu morra,
Sem que eu volte para lá;
Sem que disfrute os primores
Que não encontro por cá;
Sem qu’inda aviste as palmeiras,
Onde canta o Sabiá.

Gonçalves Dias

Esses não são Sabiás mas são espetáculos da natureza. Eles aparecem lá na praia, quando o movimento de pessoas é baixo. Nos fartamos de observá-los e de tirar fotografias, só nos permitimos essa maneira de aprisioná-los. É o hobbie do meu marido. Já se acostumaram conosco e sabem que não lhes faremos mal algum. Deixam-nos chegar bem perto. São colírios para nossos olhos de tão belos. Passamos horas admirando a beleza ímpar desses seres que podem voar, cantar lindamente e nos causar tanta inveja.
Só nos resta prestar um tributo a eles. Essas criaturinhas tão pequenas e tão imensamente encantadoras.

 
 
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